
Auxiliando o paciente a passar pela sua jornada cirúrgica de forma mais leve, rápida e segura possível.
Há mais de 70 anos prestando serviços anestésicos humanizados com qualidade, segurança e rigor técnico. Nosso atendimento é centrado no paciente, na família e na pronta recuperação.
Mais de 70 anos de tradição em anestesiologia na região de Campinas.
Cerca de 30 anestesistas especializados, dedicados ao cuidado integral.
Rigor técnico e cuidado humanizado em cada procedimento anestésico.
70+
ANOS DE HISTÓRIA
DESDE 1953
A Clínica Campinense de Anestesiologia tem sua origem há mais de 70 anos no Serviço de Anestesia do Instituto Penido Burnier, cujos membros, Dr. Alberto Affonso Ferreira, Dr. Alfredo José da Silva Porto e Dr. João Lopes Vieira atuavam como anestesiologistas em cirurgias oftalmológicas, otorrinolaringológicas e ortopédicas. Desde essa época, sempre existiu por parte destes médicos pioneiros e de outros que posteriormente foram formados e se juntaram a eles, a preocupação com o aperfeiçoamento técnico e principalmente humano nos cuidados anestésicos e perioperatórios dos pacientes operados.
Com o início do funcionamento do Centro Médico de Campinas (atualmente Fundação Centro Médico de Campinas) em 1973, a equipe passou a atuar também nesse hospital, contando com a participação dos médicos anestesiologistas Dr. Masami Katayama, Dr. Luiz Marciano Cangiani e Dr. Luiz Fernando de Alencar Vanetti.
Hoje, a Clínica Campinense de Anestesiologia conta com cerca de 30 médicos anestesiologistas, atuando na Fundação Centro Médico de Campinas e Hospital Santa Sofia, focados no exercício seguro, humano e moderno da especialidade, valores cultivados e herdados de seus fundadores.
Atualmente, a atuação do médico anestesiologista não se restringe apenas aos cuidados dispensados na sala cirúrgica ao paciente submetido a qualquer cirurgia mas envolve também, a adequada avaliação pré-operatória e os cuidados com o conforto proporcionado por eficiente analgesia no pós-operatório com baixa incidência de náuseas e vômitos, fatores que certamente contribuirão para o sucesso da cirurgia e reabilitação dos pacientes.
A preocupação dos médicos anestesiologistas da CCA com a evolução técnica e científica da especialidade pode ser comprovada com a frequência constante a congressos brasileiros e internacionais, tanto como ouvintes mas também como palestrantes junto a profissionais de renome nacional e internacional. Isto se traduz em atualização constante nos cuidados dispensados ao paciente.
Toda atividade humana só se desenvolve se houver constante curiosidade e estímulo ao ensino dela. Os médicos da CCA promovem o ensino da especialidade através de Centro de Ensino em Anestesiologia, credenciado pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia que estabelece rígidos critérios na formação de médicos anestesiologistas, condição ímpar para o constante desenvolvimento da especialidade.
96%
dos Pacientes Indicam Nossos Serviços
95%
dos Cirurgiões Indicam para Colegas
25.000
Procedimentos por Ano
200+
Cirurgiões Parceiros



A Clínica Campinense de Anestesiologia possui em sua equipe especialistas dedicados à excelência no cuidado anestésico.
30
Especialistas
17
Títulos Superiores em Anestesiologia
8
Pós-Graduados
Dr. Luiz Marciano Cangiani
TSADr. Luiz Fernando Alencar Vanetti
TSADr. Martin Affonso Ferreira
TSADr. Antonio Márcio de Sanfim Arantes Pereira
TSADr. Eduardo Ren Nakashima
TSADr. André de Moraes Porto
TSADr. Tulio Antonio Martarello Gonçalves
TSADr. Eduardo Tadeu Moraes Santos
TSADr. Múcio Paranhos de Abreu
TSADr. Marcelo Negrão Lutti
TSADr. Luciano de Andrade Silva
TSADr. Ricardo Francisco Simoni
TSA, MDDr. Luís Otávio Esteves
TSADr. Luis Henrique Cangiani
TSA, PhDDr. Matheus Rodrigues Vieira
TSADr. Luiz Eduardo de Paula Gomes Miziara
TSADr. Carlos Eduardo Esqueapatti Sandrin
TSADr. Adriel Franco de Mattos
Dr. Caio Funck Colucci
Dr. Fabio Escalhão
Dr. Renato Sena Fusari
Dr. Tássio Mattos Pereira Franco
Dr. Paulo Eduardo Lopes Coimbra
Dra. Laura Leonardi Neves
Dr. Antônio José Pavarina Júnior
Dra. Camila Soares Borges
Dr. Giovanni Depentor Gesuatto
Dr. Iago de Souza Costa
Dr. Rafael Milani
Dr. Gabriel Prado

O NPS tem por finalidade medir o grau de fidelidade dos clientes em relação a CCA, buscando reflexos de sua experiência e satisfação.
Temos orgulho de sempre nos manter na faixa de excelência no grau de satisfação dos nossos pacientes.
Reunimos as perguntas mais frequentes dos nossos pacientes para ajudá-lo a se preparar com tranquilidade.
A anestesia é o processo de eliminar a dor — podendo ou não retirar a consciência e promover relaxamento muscular — por meio de medicamentos, com o objetivo de proporcionar conforto ao paciente durante exames e procedimentos cirúrgicos. Toda administração é realizada e acompanhada por um médico anestesiologista, que utiliza monitorização contínua dos sinais vitais durante todo o procedimento.
A anestesia pode ser regional ou geral. A regional atua apenas em uma parte do corpo: inclui a anestesia de neuroeixo (raquidiana e peridural, aplicadas na "coluna"), que retira a sensibilidade de metade do corpo, e a anestesia periférica, que bloqueia um nervo específico. Na regional, o paciente pode ficar acordado ou sedado. Já a anestesia geral é composta por quatro pilares: analgesia (eliminar a dor), hipnose (sono), relaxamento neuromuscular (imobilidade) e bloqueio autonômico (estabilidade cardiovascular). É comum a combinação de técnicas — como raquidiana com peridural, ou peridural com geral — para maior segurança e conforto.
Depende do tipo de anestesia. Na regional, o anestésico local interrompe temporariamente o sinal elétrico das fibras nervosas, causando perda de sensibilidade à dor na região. Na anestesia geral, são utilizadas medicações específicas para alcançar os quatro pilares: analgesia, hipnose, bloqueio neuromuscular e bloqueio autonômico. Cada medicação tem mecanismo de ação próprio e é administrada em dose adequada e no momento oportuno pelo anestesiologista.
A anestesia moderna é extremamente segura. Todo procedimento médico pode ter eventos adversos, porém complicações graves são raras graças aos avanços em monitorização, medicamentos e formação dos profissionais. As drogas, o tipo de anestesia e a dose são adequados individualmente a cada paciente. O receio popular de "nunca acordar" não tem fundamento: todas as medicações são metabolizadas pelo organismo e seus efeitos não perduram. Na consulta pré-anestésica, o anestesiologista avalia cada caso para minimizar riscos e escolher a técnica mais segura.
Com o acompanhamento médico adequado, não. O anestesiologista monitora continuamente o paciente e regula a dose de medicação de acordo com a duração do procedimento, podendo ajustar a administração caso a cirurgia seja mais longa que o inicialmente previsto.
Isso pode ocorrer em alguns casos de anestesia regional. Para funcionar adequadamente, o anestésico precisa ser administrado no local correto e na dose correta. Caso seja aplicado longe do nervo, pode haver falha parcial. Nessa situação, o anestesiologista pode repetir o procedimento ou optar por uma técnica alternativa, garantindo sempre o conforto do paciente.
Não há contraindicação absoluta para a anestesia em si. O que pode haver são restrições ao uso de determinadas drogas devido a alergias ou condições de saúde específicas, como diabetes e hipertensão. Nesses casos, utilizam-se medicações alternativas igualmente eficazes. Por isso é fundamental que a equipe médica conheça o quadro completo de saúde do paciente — e a avaliação pré-anestésica existe justamente para isso.
A consulta pré-anestésica é uma avaliação médica realizada antes da cirurgia pelo anestesiologista. Nela, são analisados seu histórico de saúde, alergias, medicamentos em uso e exames. Essa avaliação é fundamental para planejar a técnica anestésica mais segura e adequada, escolher os medicamentos corretos e reduzir riscos. Inclusive, o paciente participa da escolha do tipo de anestesia e, sempre que possível, sua preferência é acompanhada.
Você deve levar documento de identidade com foto, carteirinha do convênio (se aplicável), exames laboratoriais e de imagem recentes, lista de medicamentos que utiliza e relatórios médicos relevantes. Também é importante preencher o formulário da AnestGuard (www.anestguard.com.br/cca) antes da consulta.
Sim, o jejum é essencial. Durante a anestesia o paciente perde alguns reflexos protetores, e alimentos no estômago podem refluir e entrar na via aérea, aumentando o risco de engasgo e complicações respiratórias graves. Em geral, recomenda-se jejum de 8 horas para alimentos sólidos e 2 horas para líquidos claros (água, chá sem leite). O tempo exato será orientado pelo anestesiologista na consulta pré-anestésica.
Depende do medicamento. Alguns devem ser mantidos, outros suspensos ou ajustados antes do procedimento. É essencial informar todos os medicamentos que utiliza na consulta pré-anestésica — incluindo fitoterápicos e suplementos — para que o anestesiologista faça as orientações corretas para o seu caso.
Depende das drogas utilizadas e do tipo de procedimento. Em alguns casos, o paciente acorda em menos de 10 minutos após a finalização da cirurgia. Em procedimentos que causam dor, a equipe médica pode optar por retirar a medicação hipnótica mas manter o analgésico, permitindo que o paciente acorde confortável, porém ainda sonolento. A equipe da CCA tem grande preocupação com o conforto no pós-operatório, utilizando técnicas modernas de analgesia com baixa incidência de náuseas e vômitos.
A CCA atende tanto por convênios quanto particular. Entre os convênios atendidos estão Unimed Campinas, Amil, Cabesp, Cassi, Cesp, Vivest, Holambra, Petrobrás, Replan e Proasa. Para consultas particulares, o valor é R$ 200,00. Agende sua consulta pelo nosso sistema online ou entre em contato pelo WhatsApp.
Oferecemos consultas presenciais e teleconsultas. Escolha a modalidade que melhor atende às suas necessidades.
Consultas presenciais e telemedicina. Particular e convênios.
Consultas presenciais no Hospital Centro Médico de Campinas
Rua Doutor Edilberto Luís Pereira da Silva, 929
Cidade Universitária (Barão Geraldo) — Campinas/SP
Entrada pela Recepção de Internação